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Concerto para Oboé (BWV 1053r)

por Sofia Loureiro dos Santos, em 27.11.21

Emma Black

TheNetherlands Bach Society

All of Bach

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publicado às 19:57

Lo Guarracino

por Sofia Loureiro dos Santos, em 06.11.21

L'Arpeggiata - Christina Pluhar

Alla Napoletana

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publicado às 19:19

Luz, quero luz

(roubado ao Chico Buarque)

por Sofia Loureiro dos Santos, em 25.09.21

Vida

Chico Buarque

 

Gosto muito de candeeiros.

Não sei quando nem como passei a dar atenção à iluminação dos espaços. Provavelmente ao longo dos anos fui vendo cada vez pior. Os óculos passaram de miopia e astigmatismo para miopia, astigmatismo e presbiopia, ou seja, progressivos, aqueles óculos que têm que ter uma grande dimensão para acomodar as várias distâncias do olhar.

Mas a necessidade de luz também vem no pacote. Arranjei umas barras de luz branca por baixo dos armários da cozinha, para iluminarem as bancadas; um foco em cima da mesa, para iluminar os pratos e as refeições; troquei os apliques da entrada, para ver o sítio onde coloco o casaco e a mala; transformei vários candeeiros para iluminar a sala; troquei o candeeiro da sala, porque alumiava pouco e estava tão alto que fazia sombra.

Claro que me fartei de procurar candeeiros na internet e lojas de decoração. Fui mesmo em excursão por Lisboa fora, em demanda das ditas lojas. Têm muita oferta, mas os poucos candeeiros de que gosto são caríssimos.

Foi nestas andanças que descobri o Hospital dos Candeeiros, em Lisboa, mais precisamente na Rua da Palmira, nº65-C. No meio da pandemia, com obras e mudanças, lá fui eu guiada pelo Waze até à freguesia dos Anjos, onde não é nada fácil estacionar.

O primeiro candeeiro que arranjei foi um de pau preto, herança de quem andou por Moçambique. Demorou, mas ficou espetacular. Seguiu-se-lhe outro, também de pau preto, um pouco mais pequeno. Remodelaram as eletrificações e os abajures e corrigiram os alinhamentos dos seus corpos - uma maravilha.

A seguir substituí os apliques da entrada. Não encontrava nenhuns de que gostasse, de forma que, com a ajuda da senhora da loja, fizemos uns. Lindíssimos, simplicíssimos, apenas uma haste e uma bola, apontando para baixo (pois assim alumiam mais).

Não contente com isso, comprei um candeeiro de secretária com globo esverdeado. Neste momento estão em grande cirurgia os meus candeeiros de mesa de cabeceira, que após 34 anos já perderam alguns bocados e precisam de crescer, para iluminarem melhor as minhas insónias.

Só agora me percebi que o Hospital dos Candeeiros é bastante conhecido e teve honras de publicações no DN, na Time Out e na Lisboa Secreta. Para quem, como eu, gosta de transformar coisas e tem imensa dificuldade em estar na moda, trocando de decoração a cada 3 anos, estas lojas são uma bênção. Pequenas, simpáticas, com criatividade e sem olharem para nós como se fossemos extraterrestres, sempre que lá vamos propor qualquer coisa de esdrúxulo.

candeeiros.jpg

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publicado às 22:12

Quinta-feira da Ascensão

por Sofia Loureiro dos Santos, em 13.05.21

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publicado às 18:27

Can't stop the feeling

por Sofia Loureiro dos Santos, em 20.02.21

Justin Timberlake

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publicado às 10:20

Carlos do Carmo

por Sofia Loureiro dos Santos, em 01.01.21

Estrela da Tarde

 

Lisboa Menina e Moça

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publicado às 10:19

Entre - Lugar

por Sofia Loureiro dos Santos, em 06.12.20

Prenda de Natal: Manuel de Oliveira

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publicado às 23:15

Há que ter esperança

por Sofia Loureiro dos Santos, em 07.11.20

Cantemos e dancemos, pois.

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publicado às 10:38

Just Breathe

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.09.20

 

Yes I understand
That every life must end
As we sit alone
I know someday we must go

Oh, I'm a lucky man
To count on both hands
The ones I love
Some folks just have one
Yeah, others they got none

Stay with me
Let's just breathe

Practiced on our sins
Never gonna let me win
Under everything
Just another human being

Yeah, I don't want to hurt
There's so much in this world
To make me bleed

Stay with me
You're all I see

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
What if I did and I'm a fool you see
No one knows this more than me
'Cause I come clean

I wonder everyday
As I look upon your face
Everything you gave
And nothing you would take
Nothing you would take
Everything you gave

Did I say that I need you?
Oh, did I say that I want you?
What if I did and I'm a fool you see
No one knows this more than me
'Cause I come clean

Nothing you would take
Everything you gave
Hold me 'til I die
Meet you on the other side

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publicado às 17:05

Com que voz

por Sofia Loureiro dos Santos, em 23.07.20

Amália Rodrigues & Alain Oulman

Luís Vaz de Camões

Camané & Mário Laginha

 

Makaya

 

Com que voz chorarei meu triste fado,

que em tão dura paixão me sepultou,

que mor não seja a dor que me deixou

o tempo, de meu bem desenganado?

 

Mas chorar não se estima neste estado,

onde suspirar nunca aproveitou;

triste quero viver, pois se mudou

em tristeza a alegria do passado.

 

De tanto mal a causa é amor puro,

devido a quem de mi tenho ausente

por quem a vida, e bens dela, aventuro.

 

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publicado às 15:31


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