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Russians

por Sofia Loureiro dos Santos, em 01.03.22

Sting

In Europe and America there’s a growing feeling of hysteria
Conditioned to respond to all the threats
In the rhetorical speeches of the Soviets
Mister Krushchev said, “We will bury you”
I don’t subscribe to this point of view
It’d be such an ignorant thing to do
If the Russians love their children too
How can I save my little boy from Oppenheimer’s deadly toy?
There is no monopoly on common sense
On either side of the political fence
We share the same biology, regardless of ideology

Believe me when I say to you
I hope the Russians love their children too

There is no historical precedent
To put the words in the mouth of the president?
There’s no such thing as a winnable war
It’s a lie we don’t believe anymore
Mister Reagan says, “We will protect you”
I don’t subscribe to this point of view
Believe me when I say to you
I hope the Russians love their children too

We share the same biology, regardless of ideology
But what might save us, me and you

Is if the Russians love their children too

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publicado às 16:16

Curvamo-nos perante a Tua Cruz

Alma Russa

por Sofia Loureiro dos Santos, em 27.02.22

Pavel Chesnokov

Valeri Petrov & The Orthodox Singers

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publicado às 18:41

Pelople have de Power

por Sofia Loureiro dos Santos, em 30.01.22

Choir! Choir! Choir! & Patti Smith

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publicado às 10:59

People have the Power

por Sofia Loureiro dos Santos, em 29.01.22

U2 & Patti Smith

People have the Power (a partir dos 2:46)

 

I was dreaming in my dreaming

Of an aspect bright and fair

And my sleeping it was broken

But my dream it lingered near

In the form of shining valleys

Where the pure air recognized

And my senses newly opened

I awakened to the cry

That the people have the power

To redeem the work of fools

Upon the meek the graces shower

It's decreed the people rule

The people have the power

The people have the power

The people have the power

The people have the power

Vengeful aspects became suspect

And bending low as if to hear

And the armies ceased advancing

Because the people had their ear

And the shepherds and the soldiers

Lay beneath the stars

Exchanging visions

And laying arms

To waste in the dust

In the form of shining valleys

Where the pure air recognized

And my senses newly opened

I awakened to the cry

The people have the power

The people have the power

The people have the power

The people have the power

Where there were deserts

I saw fountains

Like cream the waters rise

And we strolled there together

With none to laugh or criticize

And the leopard

And the lamb

Lay together truly bound

I was hoping in my hoping

To recall what I had found

I was dreaming in my dreaming

God knows a purer view

As I surrender to my sleeping

I commit my dream to you

The people have the power

The people have the power

The people have the power

The people have the power

The power to dream, to rule

To wrestle the world from fools

It's decreed the people rule

It's decreed the people rule

Listen

I believe everything we dream

Can come to pass through our union

We can turn the world around

We can turn the earth's revolution

We have the power

People have the power

The people have the power

The people have the power

The power to dream, to rule

To wrestle the world from fools

It's decreed the people rule

It's decreed the people rule

We have the power

People have the power

We have the power...

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publicado às 15:46

Espalhem a notícia (*)

onde votar

por Sofia Loureiro dos Santos, em 29.01.22

Podemos ir ao https://www.recenseamento.mai.gov.pt/

onde votar.jpg

Ou escrever um SMS (grátis) para o número 3838 escrevendo:

RE xxxxxxxx xxxx/xx/xx

número do BI ou CC

data de nascimento em formato AAAA/MM/DD

(*) Título de uma extraordinária canção de Sérgio Godinho, aqui pelos Clã.

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publicado às 11:14

Concerto de Ano Novo 2022

Filarmónica de Viena

por Sofia Loureiro dos Santos, em 02.01.22

Daniel Barenboim

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publicado às 10:23

Vento Sardo

por Sofia Loureiro dos Santos, em 01.12.21

Marisa Monte & Jorge Drexler

 

Vento que levanta a onda

Que carrega o barco

Que ondula o mar

 

É o mesmo que vai dar na praia

Que levanta a saia

Rodada de oiá

 

Hay tiempos de andar contra el viento

Cuando el contratiempo comienza a soplar

Então o vento que é de aragem

Bate no varal pra me dar coragem

 

O vento que vem de longe

Quem sabe da fonte do vento solar

O vento que é o movimento do ar

 

Vamos levantar a vela

Abrir a janela

Ventilar a dor

 

Vamos a nombrar al viento

Celebrar su aliento

Purificador

 

Pampero, Terral, Tramontana,

Alisio, Santana, Siroco, Mistral

 

Levante, Minuano y Cierzo

Y mil más que el verso quisiera nombrar

 

Às vezes o vento muda

Sai batendo a porta faz tudo voar,

O vento é o temperamento do ar

 

Sopro

Sopra

Soprará

 

Sopro

Sopra

Soprará

 

Vento que levanta a onda

Que carrega o barco

Que ondula o mar

 

É o mesmo que vai dar na praia

Que levanta a saia

Rodada de oiá

 

Hay tiempos de andar contra el viento

Cuando el contratiempo comienza a soplar

Então o vento que é de aragem

Bate no varal pra me dar coragem

 

O vento que vem de longe

Quem sabe da fonte do vento solar

O vento que é o movimento do ar

 

Sopro

Sopra

Soprará

 

Soprará

 

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publicado às 16:57

Concerto para Oboé (BWV 1053r)

por Sofia Loureiro dos Santos, em 27.11.21

Emma Black

TheNetherlands Bach Society

All of Bach

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publicado às 19:57

Lo Guarracino

por Sofia Loureiro dos Santos, em 06.11.21

L'Arpeggiata - Christina Pluhar

Alla Napoletana

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publicado às 19:19

Luz, quero luz

(roubado ao Chico Buarque)

por Sofia Loureiro dos Santos, em 25.09.21

Vida

Chico Buarque

 

Gosto muito de candeeiros.

Não sei quando nem como passei a dar atenção à iluminação dos espaços. Provavelmente ao longo dos anos fui vendo cada vez pior. Os óculos passaram de miopia e astigmatismo para miopia, astigmatismo e presbiopia, ou seja, progressivos, aqueles óculos que têm que ter uma grande dimensão para acomodar as várias distâncias do olhar.

Mas a necessidade de luz também vem no pacote. Arranjei umas barras de luz branca por baixo dos armários da cozinha, para iluminarem as bancadas; um foco em cima da mesa, para iluminar os pratos e as refeições; troquei os apliques da entrada, para ver o sítio onde coloco o casaco e a mala; transformei vários candeeiros para iluminar a sala; troquei o candeeiro da sala, porque alumiava pouco e estava tão alto que fazia sombra.

Claro que me fartei de procurar candeeiros na internet e lojas de decoração. Fui mesmo em excursão por Lisboa fora, em demanda das ditas lojas. Têm muita oferta, mas os poucos candeeiros de que gosto são caríssimos.

Foi nestas andanças que descobri o Hospital dos Candeeiros, em Lisboa, mais precisamente na Rua da Palmira, nº65-C. No meio da pandemia, com obras e mudanças, lá fui eu guiada pelo Waze até à freguesia dos Anjos, onde não é nada fácil estacionar.

O primeiro candeeiro que arranjei foi um de pau preto, herança de quem andou por Moçambique. Demorou, mas ficou espetacular. Seguiu-se-lhe outro, também de pau preto, um pouco mais pequeno. Remodelaram as eletrificações e os abajures e corrigiram os alinhamentos dos seus corpos - uma maravilha.

A seguir substituí os apliques da entrada. Não encontrava nenhuns de que gostasse, de forma que, com a ajuda da senhora da loja, fizemos uns. Lindíssimos, simplicíssimos, apenas uma haste e uma bola, apontando para baixo (pois assim alumiam mais).

Não contente com isso, comprei um candeeiro de secretária com globo esverdeado. Neste momento estão em grande cirurgia os meus candeeiros de mesa de cabeceira, que após 34 anos já perderam alguns bocados e precisam de crescer, para iluminarem melhor as minhas insónias.

Só agora me percebi que o Hospital dos Candeeiros é bastante conhecido e teve honras de publicações no DN, na Time Out e na Lisboa Secreta. Para quem, como eu, gosta de transformar coisas e tem imensa dificuldade em estar na moda, trocando de decoração a cada 3 anos, estas lojas são uma bênção. Pequenas, simpáticas, com criatividade e sem olharem para nós como se fossemos extraterrestres, sempre que lá vamos propor qualquer coisa de esdrúxulo.

candeeiros.jpg

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publicado às 22:12


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