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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Out of the blue

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Vamos descobrindo talentos novos e novas habilidades. Os anos que se somam também servem para remodelar ou redescobrir o mundo que somos.

 

Joaninha Costa Rosa vai expor os seus trabalhos na galeria do Auto Clube Médico Português, em Lisboa, a partir de 28 de Fevereiro. Tem uma pintura cheia de bonecos e animalejos, povoada de referências da sua vivência profissional, mas que se enrolam e misturam com os mundos da infância, com o rigor e a crueldade da inocência. Não sou entendida em pintura, mas posso dizer que gosto do que faz.

 

Resta dizer, em jeito de declaração de interesses, que a Joaninha é uma amiga, querida amiga e colega, de tantos anos e tantos mundos.

A Arte d(n)a Resistência

 

MoMA Takes a Stand: Art From Banned Countries Comes Center Stage

 

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Zaha Hadid

 

This work is by an artist from a nation whose citizens are being denied entry into the United States, according to a presidential executive order issued on January 27, 2017. This is one of several such artworks from the Museum’s collection installed throughout the fifth-floor galleries to affirm the ideals of welcome and freedom as vital to this Museum, as they are to the United States.

 

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Marcos Grigorian

 

This work is by an artist from a nation whose citizens are being denied entry into the United States, according to a presidential executive order issued on January 27, 2017. This is one of several such artworks from the Museum’s collection installed throughout the fifth-floor galleries to affirm the ideals of welcome and freedom as vital to this Museum, as they are to the United States.

 

 

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Parviz Tanavoli

 

This work is by an artist from a nation whose citizens are being denied entry into the United States, according to a presidential executive order issued on January 27, 2017. This is one of several such artworks from the Museum’s collection installed throughout the fifth-floor galleries to affirm the ideals of welcome and freedom as vital to this Museum, as they are to the United States.

 

 

A partir de Yvette Centeno

 

Um quarto de século

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O Teatro Meridional comemora 25 anos e dá-nos a todos um excelente presente de aniversário.

 

Não percam o que de melhor se faz em Portugal em teatro, música, cenografia e encenação, jogo de luzes e representação. É tudo bom, desde o espaço no Poço do Bispo, à simpatia e generosidade com que se acolhem os espectadores, à incrível criatividade e persistência dos seus Directores Artísticos e de todos os que com eles colaboram, tornando cada espectáculo numa experiência única.

 

Para ver e/ ou rever, aqui fica o calendário das reposições para este ano:

  • AL PANTALONE, de Mário Botequilha - já em cena, até 5/ Fevereiro,
  • A LIÇÃO, de Ionesco - de 22/ Fevereiro a 12/ Março
  • ANTÓNIO E MARIA, a partir da obra de António Lobo Antunes - de 30/ Março a 9/ Abril
  • O SR. IBRAHIM E AS FLORES DO CORÃO, de Éric-Emmanuel Schmidt - de 10 a 28/ Maio
  • CONTOS EM VIAGEM – CABO VERDE - de 12 a 30/ Julho
  • AS CENTENÁRIAS, de Newton Moreno - de 13/ Setembro a 1/ Outubro

 

Parabéns a quem nos sabe fazer rir, sonhar, chorar e pensar.

 

É esta a nossa riqueza

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 Júlio Pomar

 

Um país todo inteiro como uma galeria de arte.

 

O mar que nos abraça, a costa a que nos aportamos, os montes que estão para lá e para cá, as planícies alentejanas, as ilhas, os calhaus esculpidos por todos os que aqui chegaram e ficaram, as casas caiadas de branco e as rígidas de granito, a luz das cidades, o silêncio da terra, as gentes de madeira e erva, engelhadas e adormecidas, resignadas e aventureiras, os velhos e os novos, pescadores e cientistas, pintores e poetas, o fado e as guitarras, as vozes e as revoltas, os sabores de norte a sul, do aconchego das sopas às tentações conventuais, a segurança da tradição e a centelha da liberdade.

 

Um país todo inteiro como uma galeria de arte.

Mar me quer

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 Mia Couto

Natália Luíza

Alberto Magassela, Cucha Carvalheiro, Daniel Martinho

Marta Carreiras

Rodrigo Leão

Miguel Seabra

 

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 Teatro Meridional

Rua do Açúcar, 64 Beco da Mitra

Poço do Bispo 1950 - 009 Lisboa 

(GPS: 38.737780,-9.103514)

(+351) 91 999 12 13

(+351) 91 804 66 31

(+351) 21 868 92 45

geral@teatromeridional.net

Manoel de Oliveira

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 Manoel de Oliveira

 

Correndo o risco de ser proscrita pelos amantes do cinema, nunca fui apreciadora da obra de Manoel de Oliveira. Com excepção do iniciático Aniki Bóbó, os poucos que tentei ver, posteriormente, foram desilusões tremendas e afastaram-me dos seus filmes. Lembro-me de, num documentário sobre Agustina Bessa Luís ter percebido que ela discutia sempre com Manoel de Oliveira a propósito das adaptações que fazia dos seus livros, o que me fez solidarizar-me de imediato com ela.

 

Mas Manoel de Oliveira é reconhecido mundialmente pelos seus pares, tem uma obra centenária, que atravessa os séculos XX e XXI e a própria hstória do cinema, viveu muito e produziu muito, foi admirado por realizadores e actores com quem trabalhou, levou o nome de Portugal pelos vários festivais de cinema por esse mundo fora. São-lhe por isso devidas as homenagens que se devem às grandes figuras da cultura (portuguesa).