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Mais uma inusitada coincidência

por Sofia Loureiro dos Santos, em 06.06.24

sondagem 06_06_2024.PNG

Intercampus e Expresso

 

lacerda salaes 06_06_2024.PNG

dnotícias.pt

 

marta temido 06_06_2024.PNG

Rádio Renascença

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publicado às 18:18

O novo governo

por Sofia Loureiro dos Santos, em 11.05.24

luis montenegro.jpg

Luís Montenegro

 

Desde a tomada de posse do novo governo, vamos percebendo o estilo.

A demissão da Provedora da Santa Casa da Misericórdia com base em acusações gravíssimas de incompetência e favorecimento próprio, como aconteceu à Dra. Ana Jorge, deve fazer-nos prever o que se vai passar.

A forma como o Ministro das Finanças actual resolve mentir sobre as finanças públicas, para justificar a impossibilidade de cumprir todos os desmandos de promessas feitas em campanha, é vergonhosa e tem consequências.

Isto são só dois exemplos. Não se vislumbra que haja capacidade para evitar eleições rapidamente. E não se vislumbra que o resultado seja melhor, muito pelo contrário.

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publicado às 11:57

Consequências

a judicialização da política

por Sofia Loureiro dos Santos, em 11.05.24

lucilia gago.jpeg

Procuradora-Geral da República

 

A dissolução da Assembleia da República, motivada pela aceitação da demissão de um governo democraticamente eleito, alicerçado numa maioria absoluta, como resultado de uma investigação sobre corrupção ao mais alto nível (Operação Influencer), envolvendo o Primeiro-ministro António Costa, foi arrasada pela decisão do Tribunal da Relação de Lisboa.

Também na Madeira foi decidia a dissolução do Parlamento Regional, também em consequência de um processo judicial de corrupção envolvendo autarcas e empresários, alguns dos quais detidos 21 dias em prisão preventiva.

Não tendo havido, até à data, qualquer desenvolvimento que se entenda justificar as acusações do Ministério Público, a consequência mais imediata foi um verdadeiro golpe de estado judicial.

Até hoje não houve qualquer explicação da Procuradora-Geral da República, apesar de cada vez mais personalidades falarem em erro grosseiro da parte do Ministério Público. Tanto quanto sabemos, todos estes meses passados, António Costa ainda nem sequer foi ouvido no âmbito do processo que vai continuar.

Assistimos a um desmoronar da credibilidade das Instituições, à substituição da vontade popular livremente expressa por decisões judiciais, o que tem consequências óbvias, nomeadamente a instabilidade política instalada e a cada vez mais duvidosa separação de poderes.

É claro que são os populistas que lucram com esta situação. E por isso ouvimos atónitos à acusação de traição à Pátria feita por André Ventura no discurso da cerimónia solene comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril de 1974. E também a uma queixa contra o mesmo Presidente da República, pela mesma acusação, que teve que ser debatida no Parlamento.

Não há pingo de vergonha nestas pessoas. Nada as impede de emporcalhar as Instituições. Cabe-nos a nós percebê-lo e condená-lo.

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publicado às 11:24

O ar dos tempos

por Sofia Loureiro dos Santos, em 13.04.24

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Women’s Rights Pioneers Monument

Meredith Bergmann

 

É pesado.

Vamos assistindo àquilo que considerávamos valores universais, de civilização, civismo, direitos, liberdade e garantias, no sei de um mundo que se ia desenvolvendo.

Mas não. Nos EUA, preparam-se novas proibições às leis do aborto. Por toda a Europa, o revivalismo, o reaccionarismo e a forma despudorada com que se tem ouvido cada vez mais gente a defender o retrocesso a ideias ultramontanas, sendo muito difícil fazer frente a essa situação.

Não é o facto de as poderem defender que está em causa. A democracia é isso mesmo. Mas a descoberta de que há tantos a defenderem estatutos de dona de casa, a sensibilidade maior da mulher, papéis distintos para homens e mulheres reescrevendo tudo o que se passou nos últimos 100 anos, já não digo 50 anos, a lavagem cerebral quanto ao que apelidam ideologia de género, a obrigatoriedade de seguir padrões comportamentais e ideológicos, a negação da pluralidade de soluções e de vontades de afectos, é assustadora.

Por outro lado, ao fim de 2 dias de discussão do programa do governo, descobrimos que a promessa da redução do IRS feita pela AD era, pura e simplesmente, mentira, descarada e saloia, é deprimente.

São ares dos tempos.

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publicado às 12:06

Boas notícias

por Sofia Loureiro dos Santos, em 06.04.24

grupo paralamentar ps.jpg

Público

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publicado às 14:44

Bloqueio Institucional e político

O Chega que já chegou

por Sofia Loureiro dos Santos, em 27.03.24

Parlamento.jpg

Dignidade

 

O dia de ontem, na Assembleia da República, foi o início de uma caminhada para o abismo na credibilidade e na qualidade dos trabalhos parlamentares.

Tudo foi mau: modos, atitude, grosseria e, mais grave que isso, o total desrespeito pelo papel dos deputados e do Parlamento. A globalização do Trumpismo, do achincalhamento, da falta de sentido de Estado e de Serviço Público ficou bem patente com as decisões e contra-decisões dos deputados do Chega. Excepção foi a dignidade com que António Filipe conduziu os trabalhos.

Será o mote para uma legislatura de bloqueio. Até às próximas eleições.

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publicado às 17:07

A frescura das alfaces

Mais ou menos no mercado

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.02.24

Governou durante mais ou menos 1 mês, não sei se demorou mais ou menos que uma alface fresca

Mariana Mortágua - BE

Vamos a Votos - Antena 1 (a partir mais ou menos dos 07:30 minutos)

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publicado às 22:05

Bafio

Mofo, ranço, bolor

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.02.24

Não tenho problema de assumir publicamente que a prioridade máxima são os jovens portugueses, os filhos de Portugal

Luís Montenegro - AD

Expresso - 24/02/2024

Nota: ASSINE UM JORNAL

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publicado às 21:46

A Visita dos Candidatos

Legislativas 2024

por Sofia Loureiro dos Santos, em 17.02.24

visita dos candidatos.jpg

Há muitos anos, mais precisamente 47, houve um concurso televisivo que se chamava A Visita da Cornélia.

Vários pares de candidatos aos prémios tinham que fazer provas, das mais diversas, sendo avaliados por um júri, que dava notas.

Temos, agora, a renovação deste género de consursos - A Visita dos Candidatos. Os júris são diferentes, consiante os meios de informação, mas tudo o resto é semelhante. Os candidatos cumprem as provas, cada vez mais histriónicas e disparatadas, mas o espetáculo tem que continuar.

candidatos legislativas.jpg

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publicado às 11:59

Entrudos

por Sofia Loureiro dos Santos, em 13.02.24

entrudo xisto gois.png

Entrudo - aldeias do xisto de Góis

 

É mesmo um Carnaval, ao que vamos assistindo.

Em vésperas de eleições, os bailes televisivos são feios, cacofónicos, inúteis, tristes, dispensáveis. Nem as máscaras são novas, nem bem feitas, nem vistosas. Apenas velhas, defeituosas e assustadoras.

Ouvem-se palavras e ideias, palavras sem ideias e ideias verdadeiramente inomináveis. Parece que, de repente, todos nos transformámos em gente grosseira, sem princípios nem valores, de uma estreiteza de vistas difíceis de compreender.

De tudo se faz tábua rasa - militares e paramilitares a fazer greve e filiados em partidos? Por que não? Ameaças de boicote às eleições? Qual o problema? Criminalizar os imigrantes sem autorização de residência? Os malandros que nos andam a tirar empregos e a islamizar?

As guerras na Ucrânia e israelo-palestiniana? Não têm interesse nenhum. O que é importante é o leilão das medidas, sem qualquer base estratégica, sem qualquer noção do que se quer, do rumo e do investimento (não só financeiro) que se entende melhor para o futuro.

Infelizmente, o Entrudo não acaba amanhã. Estaremos em corso sem paragem pelo menos até 10 de março. Em Portugal, nos EUA, na Europa. Mais tarde ou mais cedo, virá a Quaresma.

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publicado às 11:31


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