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O que se sabe que não se sabe mas que se saberia caso se soubesse

por Sofia Loureiro dos Santos, em 28.09.19

tancos.png

 

Não sei porque é melhor a teoria de que o PS teria conspirado com os militares e o governo para o o encobrimento do achamento das armas roubadas em Tancos, do que a teoria de que o roubo de Tancos foi uma encenação para comprometer o governo, que deu tanto brado que depois foi preciso arranjar uma forma de encontrar as armas, e nisso estão conluiados militares e políticos da oposição.

 

Também não percebo a razão pela qual se acha que se o Ministro da Defesa sabia o Primeiro-ministro tinha que saber e se nega enfaticamente que o Presidente soubesse, mesmo sabendo que o seu ex-chefe da Casa Militar sabia.

 

Cada um pode escolher a teoria de que mais gosta e que mais se insere na busca de culpados e vítimas políticas, à medida das crenças individuais.

 

Mas o mais extraordinário é a mudança de princípios éticos de Rui Rio que num dia vitupera a Justiça e o Ministério Público, e com toda a razão, por causa dos julgamentos na praça pública, e no outro é ele que os faz.

 

Enfim, mais uma vez temos a Justiça a manobrar as eleições - outra das minha teorias da conspiração favoritas.

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publicado às 15:42


2 comentários

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De Anónimo a 28.09.2019 às 19:13

muito bem, Sofia.
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De Anónimo a 06.10.2019 às 17:25

O que parece ninguém querer saber. (O Expresso, resolveu abolir a última frase-política?)-Cartas:
Tancos28J
Uma semana sob síndroma Tancos, para gáudio da campanha eleitoral e opinantes das redes. Aparentemente, o país suspenso, Aqui D’El Rei, que o Regime vai nu!
Tancos, Tancos e mais Tancos (Expresso), ou a prova provada do amadorismo político-militar em moto contínuo, com sucessivas reformas fictícias na Defesa/FA (Severiano & Sócrates; Aguiar & Passos!
Pelo ano de 2008, foi elaborado em Tancos um relatório sobre a zona dos paióis, a revelar, em 2008, as condições vindas a público em 2017 no dia 28J. As reduções orçamentais associadas a rotinas instaladas, assim o permitiram.
Com as investigações vindas a público neste setembro eleitoral, qual a causa primeira? Oportunidade de assaltos, anomalias de segurança, sem efetivos humanos, que análise do relatório 2008, que inspeções e atitudes, que decisões tomadas? Deixar andar, presos nos gabinetes do Estado-Maior em Lisboa! Tal qual as reformas sucessivas de cunho ministerial-Defesa 2020!
Se por 2004/05, uma análise honesta e séria sobre o Portugal Militar tivesse tido lugar: reorganizar a rede de quartéis, revertendo alguns para o país que os construiu; eliminar os paióis de Tancos, com os materiais para o Campo Militar de Santa Margarida; libertar as poucas tropas da zona Tancos-Tomar de uma anómala missão de não segurança!
Pressionados pela crise, adotada a solução estudo-plano-projeto, tão caraterística da cultura de empresa do ramo e do regime. Quando requeria ‘decisão’, protelar a decisão ou fazer mudanças de cosmética: uma Academia Militar comum, que poderia ter sido criada no ano letivo de 2012/13, houvesse vontade; uma Escola das Armas em Mafra, a satisfazer a tribo de Infantaria e comodidade dos quadros da grande Lisboa, esquecidos das mais valias do perímetro de Tancos; em Tomar, um regimento dispensável, a 20 Km de um regimento a meio em Tancos!
Vale, um PR presente, logo, incómodo. Sem o qual Tancos estaria encalhado no cais da engenharia.
Mas se até o PAN já se pronuncia sobre Tancos, I quit.
Barroca Monteiro

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