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Cada um cumpre o destino que lhe cumpre. / E deseja o destino que deseja; / Nem cumpre o que deseja, / Nem deseja o que cumpre. [Ricardo Reis]
Viajar é das coisas que mais gosto de fazer. O absoluto prazer de ver outras paragens, outras pessoas, outras realidades, misturar-me com as culturas locais, ver as ruas, os rios, os barcos, os automóveis, os trajes, as casas, as comidas e bebidas, os hábitos, a língua, enfim, experimentar bocadinhos do resto do mundo.
Confesso, no entanto que, à medida que os anos passam, me vou transformando numa viajante mais exigente e mais burguesa, pois a aventura de dormir ao deus dará, sem certezas nem conforto, são-me cada vez menos apelativas.
Sabendo desse meu gosto inesgotável, fui presenteada com duas séries de viagem efectuadas e narradas por Michael Palin, interessantíssimas, leves e bem dispostas, com o picante do inesperado, de coisas que foram correndo menos bem e outras dentro ou acima do esperado. A volta ao mundo em 80 dias, em que se procurou reproduzir a viagem de Phileas Fogg, herói de Júlio Verne, inaugurou um determinado tipo de documentários sobre viagens e viajantes, penso eu. Em relação a Himalaias, estou a rever a série porque esta já passou num dos canais da televisão, não me lembro qual, e é deslumbrante.
Não podendo eu mesma fazer este tipo de viagens, sabe-me imensamente bem partilhar as aventuras de quem as arriscou e aproveitou. Só tenho pena que a minha fluência em Inglês não me permita comprar mesmo as séries não legendadas que, mesmo em inglês, ajudam bastante.
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