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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Dia da Mãe

 

 

 

Dia após dia entre as curvas da vida

embalo a mão no teu ombro

adoço a voz e a alma.

Quando me canso do mundo

repouso no espaço que me dás.

 

Partilhamos simples banalidades

gestos em que não nos dizemos

importantes solenes dispensáveis obrigatórios

nesta amálgama quotidiana que se passa

entre o branco dos cabelos nas rugas

deste tempo de nada em que tudo se encontra

e se desfaz.

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