Das (in)confidências de Belém
O Presidente da República não se pode arrogar a presunção de estar acima de qualquer esclarecimento sobre as conversas alegadamente privadas com quaisquer interlocutores, quando usa o seu alto magistério para confortar e aclamar os cidadãos, afiançando a solidez e segurança de grupos económicos e de empresas bancários, como fez no caso do BES.
