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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Das coisas misteriosas

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Há, de facto, algumas coisas que ultrapassam a minha capacidade de entendimento.

A decisão, quanto a mim importante e meritória, de reutilizar manuais escolares, deve ter sido tomada por alguém que não fazia ideia de como são os ditos manuais agora, pelo menos nos primeiros anos de escolaridade. Agora e há cerca de 30 anos, pois já eram assim quando os meus filhos andaram na escola.

A ideia peregrina de que se podiam reutilizar livros escritos pelos alunos, depois de apagados, obrigando e achando normal que os pais e os miúdos, no fim dos anos, apagassem os escritos ao longo do tempo escolar, só pode ter saído de mentes iluminadas que nunca apagaram qualquer manual.

Claro que reutilizar manuais faz sentido, para aqueles que não funcionam como fichas escolares. Se não se fazem livros onde não seja obrigatório preencher espaços em branco, levando as crianças a estimá-los para que possam servir para outras crianças, é um disparate sugerir a sua reutilização.

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