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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

História de Carnaval

 

 

Não há dúvida de que o presente recebido pelo governo, com a panóplia de entrevistas e opiniões de Artur Baptista da Silva, era difícil de imaginar. Por muito que a substância possa ser razoável, ninguém leva a sério quem gozou com os órgãos de informação nacionais e internacionais, com a ONU e com tantos economistas e comentadores, fazendo fé nas notícias que desmentem os vários cargos, títulos e especializações da personagem.

 

Ouvimos aquilo que queremos ouvir. Além disso o nosso sentido crítico desliga-se quando alguém se apresenta com as referências de doutoramentos em Universidades estrangeiras, para além da chancela de organizações internacionais sonantes. Devemos todos aprender a lição e olharmo-nos ao espelho. Fica bem ao Expresso e a Nicolau Santos o reconhecimento do erro, mas também a credibilidade do jornalismo de referência foi arrasada.

 

Ao mesmo tempo é de uma comicidade extrema. O desplante do indivíduo é deslumbrante. Portugal deveria exportar burlões. Bem, na verdade exporta: Vale e Azevedo foi exercer em Inglaterra.

 

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