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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Cabazes de Natal

 

 

Na recta final para o Natal, finalizam-se os cabazes. Uma das ideias para os deste ano foi retirada de um blogue, que as tem bastante boas. Fudge (doce de chocolate). É muitíssimo fácil e, pela prova, muito bom:

  • Num tacho coloquei ao lume 400ml de natas, 500g de açúcar e 100g de margarina. Quando começou a ferver espevitei o lume e fui mexendo, até que as bolhas que se formavam diminuíram e ficaram homogéneas (cerca de 20 minutos). Retirei do lume e juntei 100g de chocolate negro para culinária, que se derreteu. De seguida espalhei a massa num tabuleiro forrado de papel vegetal. Agora estou à espera de amanhã, para partir aos bocadinhos, ensacar e enfeitar.

A outra foi a concretização de uma experiência que já tardava - borrachões - são uma espécie de bolachas/ biscoitos, da região da Beira Baixa, que devem o seu nome à aguardente com que são feitos. Mas eu segui uma receita de uma familiar bastante longínqua, que permite usar jeropiga (ou vinho, em vez da aguardente). De facto ficaram uns biscoitos bastante bons, mas nada parecidos com os borrachões que há na terra da minha avó. Enfim, deve ser a inovação geracional.

  • Bati 250ml de azeite com 250ml de jeropiga, 250g de açúcar e 1 ovo inteiro. Depois juntei 1 colher de sobremesa de fermento e cerca de 600g de farinha - digo 600g porque estive a pesar a farinha, pois a receita dizia q.b., que eu detesto, porque nunca sei quanto basta. A referência é a massa começar a desligar do recipiente onde é batida. Nada científico, portanto. Espalhei a massa no tabuleiro de ir ao forno, pincelado com óleo (penso que a margarina derretida fará o mesmo papel e não fritará tão rapidamente). A temperatura é mais uma vez q.b. Sugiro médio até ficarem bem cozidos (aí uns 20 a 30 minutos). Quando acabaram de cozer, cortei a massa em quadrados e polvilhei com uma mistura de açúcar e canela (sobrante das rabanadas, entretanto já preparadas para a próxima noite).

Como não tive paciência para transformar toda a abóbora em compota, os meus cabazes, tal como o lifestyle da Margarida Rebelo Pinto, sofreram um downsizing. Pode ser que se componham um pouco com estas novas iguarias.

 

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