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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

A que faltava

 

(...) Também já tive a ocasião de dizer que a orientação geral de todas essas reformas será a democratização da nossa economia. Queremos colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do País. Queremos que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico. (...)

 

(...) Ora, um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança. Não só da confiança dos cidadãos nas instituições, mas também da confiança que temos uns nos outros, nas nossas relações profissionais, nas nossas relações sociais e nas nossas relações de cidadania. (...)

 

 

 
Estes dois excertos mostram a pose majestática do Primeiro-ministro e a escassez de ideias que grassa na direita governativa. Para além de que confiança é coisa que este Primeiro-ministro não merece, pois não soube conquistar. A expressão democratização da economia quer dizer nada.
 
Nada. É exactamente isso que esta mensagem é. Mesmo assim menos ridícula que as anteriores.
 
Também nada que me espante, Ana, tal como o nada das reacções partidárias, todas.