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Cumprir a lei

por Sofia Loureiro dos Santos, em 07.09.10

 

(...) As greves na PSP estão proibidas desde que, em 1990, foi aprovada a lei do associativismo, mas de acordo com os sindicalistas, com a integração da PSP, há dois anos, nas regras do funcionalismo público, e uma vez que desde essa altura não foi redigida nem explicitada nenhuma nova proibição de greve, a paralisação agora anunciada é legal. (...)

 

Era uma questão de tempo. A irresponsabilidade é total. São estes os agentes que deveriam fazer cumprir a lei.

 

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publicado às 21:27


4 comentários

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De É mais que justa a Greve a 08.09.2010 às 00:02

A partir de 2008 a lei 12-A aplica-se também à PSP, portanto quando é para prejudicar os polícias aplica-se a lei 12-A, mas para beneficio não?
Ponderação já se usava não, se é necessário fazer greve mesmo pondo em causa a segurança dos cidadãos, quase assim seja.
Força policia.
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De PINK a 08.09.2010 às 09:33


tao criminoso e' quem rouba a vinha, como quem fica à porta...

apoiar uma greve ,assim, só pode ser por falta de juizo ou por ignorancia,ou talvez as duas .

Portugal bate no fundo... tambem pela falta de qualidade dos seus cidadaos.
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De José António Abreu a 08.09.2010 às 11:56

Total é o termo. De quem a quer fazer e de quem legislou de forma a ser possível fazê-la.
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De Dylan a 13.09.2010 às 22:49

Mais de 21 anos após a manifestação policial na Praça do Comércio, em Lisboa, o degradante “secos e molhados”, que acabou com a carga do Corpo de Intervenção da PSP, as condições da polícia portuguesa pouco mudaram. A liberdade sindical foi conseguida, mas por sua vez, a idade da reforma passou para os 60 anos. Esta profissão de risco não é devidamente recompensada monetariamente, com cargas horárias desgastantes em esquadras que ameaçam ruir e com falta de meios para o desempenho da função policial. Já não bastava a estagnação das próprias carreiras, o profissional de polícia ainda tem que levar com um direito penal português que protege o criminoso. Por tudo isto e, apesar da Constituição não o permitir, estes novos funcionários públicos que interagem com os cidadãos deveriam ter o direito de admissão à greve, à semelhança de países como a Holanda e de outras classes profissionais como os médicos, deixando de lado os tiques autoritários e perseguidores das suas chefias.

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