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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Périgueux

No restaurante Hercule Poireau, com uma entrada de oefs cocottes, que se transformou numa sopa de creme com ovo e presunto, acompanhada de um vinho tinto muito bom, depois de uma noite com ameaças de pedreiras renais a rolarem pelas encostas ureterais, foi uma entrada de estadão nas microférias, para curar de uma sobredosagem de novas classificações e descobertas electrizantes e estratosfércas no domínio dos linfomas, da citogenétca, dos doubles hits, do CISH, enfim, de gente iluminada que se farta de trabalhar para melhorar a saúde do comum dos mortais.

 

Périgueux é uma vila medieval lindíssima. Amanhã espera-nos mais canard, magret, foi gras, paté  e confit de canard, múltiplas variedades da charcuterie périgourdine, ou deveria mesmo dizer perigordina.

 

Sim porque ontem o jantar foi magret acompanhado de jazz, num restaurante que se chama... Canard-Jazz.

 

(pintura de Liza Hirst: Pérgueux)

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