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A frescura das alfaces

Mais ou menos no mercado

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.02.24

Governou durante mais ou menos 1 mês, não sei se demorou mais ou menos que uma alface fresca

Mariana Mortágua - BE

Vamos a Votos - Antena 1 (a partir mais ou menos dos 07:30 minutos)

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publicado às 22:05

Bafio

Mofo, ranço, bolor

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.02.24

Não tenho problema de assumir publicamente que a prioridade máxima são os jovens portugueses, os filhos de Portugal

Luís Montenegro - AD

Expresso - 24/02/2024

Nota: ASSINE UM JORNAL

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publicado às 21:46

Das cores sem nome

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.02.24

pedras.jpg

Não sei se a cor dos teus olhos me fascina
Porque do brilho e da tenra curiosidade
Me respondem as cores sem nome
Desamparadas numa escolha indecisa
Do basalto vulcânico da madeira que conforta
Escuros e risonhos questionam o futuro mundo
Assim te será entregue qual destino impreciso

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publicado às 16:12

Pequeno espelho da sociedade

por Sofia Loureiro dos Santos, em 25.02.24

A publicidade é um espelho da evolução da sociedade. Pode ser muito interessante e inspiradora, inócua ou, simplesmente, abjecta.

Na última categoria considero o anúncio aos Cheetos, que passa inúmeras vezes na TV, e que apela ao egoísmo, à falta de sentimento de inter-ajuda e generosidade. É mesmo revoltante. Não percebo bem o que a campanha quer, se calhar é só tonta e incompetente, mas mostra muita coisa indecente.

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publicado às 13:32

Les Saisons

por Sofia Loureiro dos Santos, em 25.02.24

Richard Galliano

Festival Nancy - Jazz Pulsations - 2014

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publicado às 13:21

As declarações de que necessitamos

Por uma questão de higiene

por Sofia Loureiro dos Santos, em 24.02.24

attitude.jpg

Attitude

Seda Eyüboğlu

 

Que os líderes políticos dos partidos democráticos, que aceitam o regime pluralista, o primado da liberdade, da igualdade e da são convivência entre indivíduos, que defendem a separação entre poderes, declarem, inequivocamente:

Nunca, seja por acção ou por omissão, deixaremos que o partido de extrema-direita CHEGA possa ser a solução para um governo, independentemente de ser apenas com acordos e apoios parlamentares ou integrante do próprio executivo.

Por uma questão de decência.

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publicado às 11:46

Um dia como os outros (194)

A sombra que ninguém vê

por Sofia Loureiro dos Santos, em 24.02.24

UmDiaComoOsOutros.jpeg

(…) todas as probabilidades de acontecerem os eventos que se referem são não só elevadas, como se verificarão em conjunto. O paralelo com 1939 tem muitos aspectos que, como todas as comparações de épocas muito diferentes são enganadoras, podem e devem ser pensados. O dilema que opôs Churchill a Chamberlain assentava numa avaliação dos perigos de Hitler para a paz europeia, a soberania das nações e os regimes não ditatoriais, com Churchill opondo-se a políticas de “apaziguamento” que, como se verificou, não travaram Hitler e levaram à guerra de 1939-1945.

(…) Estamos em eleições legislativas, mas os principais candidatos fazem de conta que nada disto é com eles. (…)

O que devia estar a ser discutido, e muito a sério, é que posições têm os partidos face ao significativo agravamento do orçamento da defesa (…) E discutir que posições se vão tomar a cada passo do caminho perigoso dos nossos dias? (…) E vamos discutir o papel que teve o irresponsável fim do Serviço Militar Obrigatório, (…) e que agora devia ser reconsiderado (…)

José Pacheco Pereira - Público (24/02/2024)

Nota: ASSINE UM JORNAL

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publicado às 11:18

Voz de Sal

por Sofia Loureiro dos Santos, em 18.02.24

Voz de Sal

Rodrigo Leão & Ana Carolina Costa

Martirio & Raúl Rodríguez

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publicado às 20:56

Ao desconcerto do mundo

por Sofia Loureiro dos Santos, em 18.02.24

luis de camoes.jpg

Luís de Camóes

António Soares

 

Os bons vi sempre passar

No mundo graves tormentos;

E para mais m´espantar,

Os maus vi sempre nadar

Em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim

O bem tão mal ordenado.

Fui mau, mas fui castigado:

Assim que: só para mim

Anda o mundo concertado

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publicado às 20:44

Autodigestão

por Sofia Loureiro dos Santos, em 18.02.24

a morte e a mulher Egon_Schiele.jpg

Der Tod und das Mädchen

Egon Schiele

 

Pergunto-me muitas vezes porquê o esforço? O insano e titânico esforço para fazer aquilo que deve ser feito, o correto, o certo.

O que é então o certo, o correto, o que deve ser feito?

Sempre, sempre o que custa mais, o que dói, o que precisa de tanto trabalho e frustração. Aquilo que, só mesmo de vez em quando. se consegue.

Então porquê o esforço? Porquê? Se não há Deus para castigar ou premiar, se todos vamos morrer da mesma forma, com pele, ossos, carne e vísceras, algumas peças dentárias, algumas próteses com que vamos enchendo corpos e almas ao longo da vida?

Porque nos embrenhamos na culpa de, dentro do mais fundo de nós, sentirmos o prazer como pecado, a facilidade como preguiça, o conforto como luxúria a que não temos direito?

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publicado às 19:55

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