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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

Dos hinos (2)

 

 Tony Britten

 

 

Ce sont les meilleures équipes
Sie sind die allerbesten Mannschaften
The main event!

 

Die Meister
Die Besten


Les Grandes Équipes
The Champions!

Une grande réunion
Eine große sportliche Veranstaltung


The main event!

Ils sont les meilleurs
Sie sind die Besten
These are the champions!

 

Die Meister
Die Besten
Les Grandes Équipes
The Champions!

 

Die Meister
Die Besten
Les Grandes Équipes
The Champions! 

 

Dos hinos (1)

 

 Händel

 

 

Zadok the Priest, and Nathan the Prophet anointed Solomon King.

And all the people rejoiced, and said:

God save the King! Long live the King!

May the King live for ever,

Amen, Allelujah.

 

Antes da reflexão

 

 

Antes da reflexão agendada para o dia de amanhã, antes do dia da agendada votação para o Parlamento Europeu, aquele grupo de países que são iguais mas que há uns que são mais iguais que outros, antes de não se poder dizer em quem se vota, antes de ser irreversível e definitiva a nossa decisão, antes de colocar a tal cruzinha, solene e aplicadamente, como sempre nos dias de celebração democrática, vou declarar a minha intenção:

 

Voto livremente no LIVRE.

 

Voto contra este governo e a favor de uma Europa diferente.

 

Acham um disparate? Pois muito bem, votem então noutro partido, mas votem. Votar é preciso.

 

Votar - sempre, sempre - votar

 

 

É preciso votar. Nas eleições europeias, nas legislativas, nas autárquicas, nas presidenciais, sempre. Não podemos deixar que os outros decidam por nós. A responsabilidade é nossa - de escolher ou de nos demitirmos de ter voz.

 

Se não concordamos com as posições dos partidos, podemos ir votar em branco. Se estamos tão zangados, podemos votar nulo, como voto de protesto. Se gostamos do governo, votamos nele. Se não gostamos do governo, votamos em qualquer dos outros partidos, contra o governo.

 

Não votar não afirma nem nega, apenas omite. A própria pessoa, o direito e o dever.

 

Posto isto, tenho pensado madura e persistentemente em quem votar nestas eleições. Não são eleições legislativas, pois não, mas terá que haver uma leitura nacional do resultado eleitoral, até porque este governo não se afirmou na Europa como representante de um País soberano nem lutou por regras diferentes. A oposição, mais precisamente o PS, não soube nem é capaz de mostrar o que poderia ter sido diferente, o que será diferente. Com este tipo de liderança, pobre, mole, vazia, sem chama nem vontade, António José Seguro está à espera que a crise e a incrível desfaçatez da maioria governamental lhe coloquem o poder nas mãos.

 

O PCP (CDU) e o BE, para além de terem sido objectivamente cúmplices desta maioria, rivalizam com a Aliança Portugal no conservadorismo e reaccionarismo.

 

Dos novos partidos, resta o LIVRE como hipótese, para o meu voto. Espero que os partidos do governo tenham uma estrondosa derrota, mas o PS merece uma derrota não menos estrondosa. António José Seguro tem que ser rapidamente substituído, e o eleitorado é quem tem que lho dizer. Porque se isso não acontece, teremos António José Seguro como Primeiro-Ministro em 2015, se é que consegue ganhar as eleições.

 

Continuarei a pensar maduramente no assunto, até ao momento do voto. Mas seja aonde for, no que for, ou sem ser, uma coisa é certa:

 

No Domingo irei votar!

 

Unsere Mütter, unsere Väter (Nossas mães, nossos pais)

 

 

Esta série de 2013 foi mais uma oferta de Natal. É a história de 5 amigos e o que lhes acontece durante a guerra. É uma visão alemã da 2ª Guerra Mundial, o que, pelo menos para mim, é uma novidade. Centra-se predominantemente na frente russa, onde alguns dos protagonistas prestam serviço. Crua, seca, bem filmada, mostra como somos verdadeiramente iguais, independentemente da língua que falamos ou do país em que nascemos. As dores e as alegrias, o horror e o poder, tudo igual em qualquer lado do mundo, com qualquer ser humano.

 

 

The Bletchley Circle

 

 

E para continuar em modo de celebração, nada melhor que um excelente thriller, à boa moda inglesa - The Bletchley Circle. Quatro mulheres que trabalharam na descodificação dos códigos de comunicação alemães, durante a II Guerra Mundial, encontram-se 7 anos depois para descobrirem um serial killer.

 

Britânica, com o rigor, a maravilhosa interpretação e a sobriedade das séries inglesas, foram 3 episódios que souberam a muito pouco. Para além disso, fiquei a saber o que era o Bletchley Park e como trabalharam tantos homens e mulheres a quem o mundo ficou a dever a vitória da liberdade e da democracia.