Al Pantalone
Este é (mais) um espectáculo a não perder.
pelo Teatro Meridional
Estreia amanhã, 10 de Janeiro, às 21:30
Em cartaz de 10 a 26 de Janeiro
Quarta a Sábado - 21:30
Domingo - 16:00
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]
Este é (mais) um espectáculo a não perder.
pelo Teatro Meridional
Estreia amanhã, 10 de Janeiro, às 21:30
Em cartaz de 10 a 26 de Janeiro
Quarta a Sábado - 21:30
Domingo - 16:00
A arte de manipular informação é praticada diariamente. Agora até as aspas já deixaram de significar citação, a não ser que seja iliteracia. Não sei o que será pior.
Nuno Melo dá uma entrevista ao i em que, entre outras afirmações, como as que defendem que a nacionalidade portuguesa na Presidência da Comissão Europeia é importante e que Durão Barroso foi importante para Portugal, o que eu nem sequer comento, disse, em resposta à pergunta sobre o corte de pensões:
Nuno Melo. "O Tribunal Constitucional é um problema para Portugal"
(...)
Como vê o anúncio pelo governo de mais cortes nas pensões?
O que lhe digo é que concordo com o discurso do Presidente da República no ponto em que diz que 2014 será um ano muito importante para a consolidação do país. A opção de aumentar impostos já está no limite e muito acima do desejável. Quando o Tribunal Constitucional diz que o governo não pode cortar na despesa, não apenas com base numa avaliação jurídica porque também com base em questões políticas, inviabiliza um caminho e Portugal tem nisso um problema. Respeito as decisões do Constitucional mas faço também um juízo político sobre elas. (..)
É claro que Nuno Melo ataca o Tribunal Constitucional mas não disse o que está entre aspas no título da notícia. Isabel Tavares, em vez de deixar aos leitores a interpretação das subtilezas da linguagem política, resolve colocar na boca de Nuno Melo o que, na sua opinião, ele queria dizer.
É a informação a que temos direito.
25/01/1942 — 05/01/2014
Eusébio, para além de um excelente jogador de futebol, foi um embaixador de Portugal, tal como o é Figo ou Cristiano Ronaldo, numa época em que as máquinas de construir imagens e de publicitar pessoas e eventos não tinham a sofisticação de hoje. Merece o nosso respeito, mas não o festival a que se está a assistir. Não é surpresa, mas é triste.
Nota: a foto é do Público.
Orquestra Metropolitana de Lisboa
... o Conserto de Ano Novo no CCB fosse diferente? E se, em vez de valsas de Strauss e outras peças do reportório habitual, embora maravilhosas, a orquestra Metropolitana de Lisboa fosse desafiada a tocar músicas portuguesas? Adaptações de Carlos Paredes, José Afonso, Amália Rodrigues, Rodrigo Leão, Pedro Burmester, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Manuel d'Oliveira, Pedro Jóia, Fausto, José Mário Branco, António Pinho Vargas, sei lá, tantos e tantos outros, de Sérgio Godinho a Manuela Azevedo, de Ana Moura aos Dead Combo, de Pedro Osório a Márcia, tantos são os excelentes compositores e intérpretes que temos.
E porque não o Concerto de Ano Novo ser uma festa de música portuguesa, engalanada e festiva, orgulhosa e patriótica, europeus, sim, mas portugueses, com uma riqueza rítmica que não se esgota no passado.
E que tal pensar nisso? Não há artistas portugueses para proporem alternativas de grande qualidade às maravilhosas valsas de Strauss?
Foyle's War, a 7ª série. foi outro dos presentes cinéfilos que recebi este ano.
Depois do fim da 2ª Guerra Mundial, Christopher Foyle é recrutado para os serviços secretos britânicos, no início da Guerra Fria, misturando-se as histórias de espionagem e contra-espionagem com os problemas de uma Inglaterra em grande crise, na época dos racionamentos e da reconstrução das cidades e das vidas dos cidadãos. Toda a envolvente de quem regressou da guerra, com feridas mais ou menos visíveis, de quem permaneceu na rectaguarda e sofreu os rigores e os horrores das populações civis, até ao mergulho na vida quotidiana que, apesar de tudo, continuou e continua.
Sam casou com um político, candidato a deputado pelo Labour e acaba a trabalhar para Foyle, tal como em Hastings. O mesmo rigor britânico e as mesmas histórias fantasticamente imaginadas por Anthony Horowitz.
Foi no CCB, com o maestro Sebastian Perłowski, ele próprio um espectáculo, tal a expressividade do corpo, que empresta ao seu ofício uma harmonia, um empenho e uma delicadeza raras, foi um excelente e memorável concerto. Bom começo de ano.
Não perder bons filmes
Não perder espectáculos de teatro
Teatro Meridional
Lavar os olhos com pintura
Kiki Lima
Ouvir muita, muita música
The Black Mamba