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Defender o Quadrado

Nesta casa serve-se tudo a quente. As cadeiras são de pau e têm as costas direitas. Há sempre pão a cozer e o conforto da desarrumação. A porta está sempre aberta... mas fecha-se rapidamente aos vermes que infestam alguns cantos do quadrado. Sejam

A marca de Deus (1)

É muito complicado falar de assuntos religiosos, ou mais precisamente bíblicos, com cristãos católicos. Talvez também o seja com judeus e islâmicos, mas na verdade nunca se proporcionou a oportunidade.

Mas hoje, a propósito de Judeus, Bispos e Cardeais, eleições papais, antigo e novo testamento, falou-se inevitavelmente da Páscoa.

Páscoa (do hebraico Pessach) significando passagem - a passagem do anjo exterminador. Para os judeus a Páscoa é a festa que comemora a libertação do Egipto, após a última das dez pragas enviadas por Deus (a morte dos primogénitos egípcios) e por Moisés transmitida ao Faraó, negociando a libertação do seu povo, aplacando a ira de Deus.

Os judeus são um povo exclusivista na sua religião e na sua cultura, cioso das suas tradições. O antigo testamento é a história do povo eleito, do povo escolhido por Deus, que exclui todos os outros povos.

Embora o anti-semitismo seja uma terrível realidade histórica que nos acompanha ao longo dos séculos, com numerosas purgas, expulsões e perseguições de judeus pelo mundo fora, a Bíblia conta-nos, de forma alegórica, a primeira manifestação de ódio ou exclusão religiosa, manifestada pelos judeus, ou pelo seu Deus vingativo, contra os egípcios, ao determinar o extermínio dos primogénitos daqueles que não detinham a marca da sua religião: o sangue do cordeiro imolado na porta das suas casas.

(The Golden Haggadah: The Passover)

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