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Direito à indignação

por Sofia Loureiro dos Santos, em 26.08.07
No Público de ontem saiu um artigo assinado por Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) e signatário de um abaixo-assinado que se demarcou das afirmações de Dalila Rodrigues, posto a correr por altura do episódio da não renovação da comissão de serviço, como directora do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA).

O artigo é duro e demolidor, arrasando muito do que foi dito sobre a performance de Dalila Rodrigues nesse cargo, sobre as suas posições no que respeita a lei de financiamento dos museus, a sua pretensão relativamente à autonomia financeira do MNAA e sobre as suas posições anteriores, noutros aspectos da política cultural deste governo. É, sem dúvida, um ataque pessoal, que responde passo por passo ao que tinha sido divulgado nos media, fundamentado e concretizado.

Numa pesquisa pela Internet, dei apenas por dois blogues que reagiram a este artigo, acusando Luís Raposo de baixeza e apelidando-o de megafono da brigada do reumático.

Não conheço Dalila Rodrigues nem Luís Raposo, para além do que se lê na imprensa. Não tenho qualquer conhecimento especial da problemática dos museus portugueses, para além do que qualquer utilizador observa. Mas não posso deixar de comparar as críticas concretas de Luís Raposo com os elogios generalistas e generalizados a Dalila Rodrigues.

Quanto ao ataque pessoal, parece-me que quem foi insultado pela própria Dalila Rodrigues, que comentou o abaixo-assinado como uma forma de os signatários defenderem o seu lugar de directores, tem o direito de se defender. Ou não?

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publicado às 12:18


18 comentários

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De Anónimo a 07.03.2008 às 10:08

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De Anónimo a 30.08.2007 às 23:48

Obviamente que o texto de Luis Raposo diz, de facto, toda a verdade (ou, o que é pena, ainda não diz toda verdade...)e acerta, como nenhum outro, na mouche!
Prova disso: alguém, até agora, exceptuando ataques desesperados e apenas gratuitamente insultuosos (estou a falar do Alexandre Pomar e duma espécie de blog chamado "Formiga Bargante"), desmentiu, com factos e com seriedade, o que aí está escrito?
Aliás, o silêncio (mais um) de Dalila Rodrigues não poderia ser mais esclarecedor.
Força, Luis Raposo e restantes colegas, continuem o vosso trabalho sério e respeitado!
O espectáculo degradante da visita de Marques Mendes ao MNAA fez, em definitivo, cair a máscara aquela senhora, se é que tal ainda era necessário.
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De Anónimo a 30.08.2007 às 11:32

PACHECO PEREIRA DISSE ( in Abrupto)
Em toda a campanha interior do PSD deve estar presente que um candidato a dirigente do PSD é um candidato a Primeiro-ministro. Marques Mendes, no seu "passeio" pelo Museu Nacional de Arte Antiga, esqueceu-se disso porque foi dar caução a um acto que é inadmissível numa funcionária pública no exercício das suas funções. Esta é uma questão de Estado, que já o presidente da República tratou com pouco cuidado.

Ao fazer o que fez (e já antes em várias alturas tinha procedido igualmente mal), Dalila Rodrigues colocou-se numa situação insustentável. Não é suposto uma funcionária pública abandonar o dever de lealdade e isenção e, se queria fazer o que fez, poderia muito bem fazê-lo noutra condição, noutro estatuto, de outra maneira. Tudo aquilo era possível, com Marques Mendes visitando o Museu ao lado de Dalila Rodrigues, ambos como cidadãos e políticos, no pleno exercício dos seus direitos, criticando o Governo como entendessem, mas Dalila Rodrigues não poderia estar ali como directora do Museu, mesmo demissionária, nem poderia colocar-se ao lado do líder da oposição na casa do Estado que gere, para atacar o Governo legítimo do seu país. Insisto: é uma questão de Estado.
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De Anónimo a 29.08.2007 às 18:11

Fui ver o blog do formiga bargante e, para já, só encontro dados que reforçam as afirmações do Raposo. As comparações das subidas e descidas dos visitantes só se podem fazer através de percentagens. Ou será que o patrão da Guarda, para ser igual ou melhor do que a Dalila, teria de subir num ano de 4 mil para 100 mil ? O contrário também é verdadeiro, porque se me vierem dizer que o Louvre subiu num ano 200 mil visitantes, isso se calhar só quer dizer uns 5%. A Dalila não foi a melhor, mas foi a 3ª melhor o que para mim já é muito bom. O problema é que, por este andar, o tal Raposo até tem razão em todos os outros argumentos que apresenta. Fui ver o que está no site dos museus e também aí confirmei que até Junho deste ano o museu da Dalila é o 4º e não o 2º como parece que era em 2006. E mesmo quando tiramos os "outros" e os "livres", a situação é a mesma, só com uma troca entre a Arqueologia (que descer para 3º) e Conimbriga (que sobe para 2º). Não sei o que se passou com os subsídios que ela diz que conseguiu e que o Raposo diz que já existiam. Também não conheço os outros dados sobre custos e benefícios dos museus de que ele fala. Agora que fico confuso, lá isso fico. Acho que isto começa a cheirar a esturro.
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De Anónimo a 29.08.2007 às 17:44

A.Teixeira, não espere. Os dados e o que Luís Raposo dizia é verdade. Claro como água. Ou depois destes dias todos já não tinha vindo à tona a realidade. E para demorar tanto a vir é porque a explicação do que estava errado é bem bem bem elaborada... Já se percebeu que os apoiantes da Dalila Rodrigues são amigos que pouco percebem das questões museológicas.
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De A.Teixeira a 29.08.2007 às 17:39

Já fui tomado por precipitado ao não ver um I... Agora prefiro que termine as suas exposições para lhe colocar as minhas questões… E que, já indo no número IV, faça como Deus e descanse ao VIIº dia…

Cumprimentos
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De formiga bargante a 28.08.2007 às 22:09

Meus caros

A partir de hoje, no meu blogue, factos e números sobre o "rigor" de Luis Raposo.

Gostaria de contar com os vossos comentários.

Cumprimentos
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De Anónimo a 28.08.2007 às 21:46

Conheço o Luís Raposo : é um académico de qualidade, um historidador respeitado, excelente professor e competentíssimo Director do Museu de Arqueologia. Tudo o que ele escreve merece, pelo menos , ser lido com atenção.O texto é factual. Que o desmintam. Quanto à Directora do MNAA a cena que acaba de passar nos telejornais ( em companhia do Presidente do PSD) diz ( quase) tudo...
Ricardo Leite Pinto
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De Sofia Loureiro dos Santos a 27.08.2007 às 21:52

Fico sempre espantada (e incomodada) com a ferocidade de alguns comentários aos posts, independentemente dos textos dos mesmos.

A não recondução de Dalila Rodrigues para o cargo de directora do MNAA levantou um coro de protestos e uma onda de solidariedade por ela. Não me revi nessa posição pois penso que ela própria deveria ter pedido a demissão, como expliquei num post anterior. A maioria da argumentação partia do pressuposto de que as causas da não recondução só poderiam ser políticas pois não estava em causa a competência de Dalila Rodrigues. Na mesma altura houve um conjunto de outros directores que fizeram um abaixo-assinado demarcando-se das posições de Dalila Rodrigues, nomeadamente quanto à nova lei orgânica do IMC. Dalila Rodrigues reagiu insultando-os, pois eu considero um insulto chamar "lambe-botas" a alguém. Luís Raposo, um dos signatários do documento, escreveu um artigo defendendo-se das acusações e atacando Dalila Rodrigues, explicitou o que pensava sobre o financiamento dos museus nacionais e pôs em causa as declarações de Dalila Rodrigues e dos seus apoiantes quanto à sua "performance" à frente do MNAA.

Ao contrário de Sofia Freitas, mesmo tendo nascido antes do 25 de Abril, não sendo cristã ortodoxa nem ateísta convicta, acreditando na sociedade civil e nas funções do estado, para mim nada é inquestionável. Por isso gostaria de ver discutidos os critérios de avaliação da gestão de museus, por exemplo, gostava de saber se o que Luís Raposo diz é mentira, sobre o número de visitantes do museu ou sobre os mecenas do MNAA.

Fiquei a saber, por Luís Afonso, que a minha sobranceria ignorante, o meu raciocínio e a minha postura entre nada e coisa nenhuma, é por demais conhecida na blogosfera! Infelizmente não tem razão, porque a minha mesquinhez intelectual, segundo o "sitemeter", é conhecida apenas por 68 pessoas (em média) por dia!

Clara de Sousa escolheu comentar um comentador, com o mesmo azedume de que o acusa.

Agradeço os comentários de A. Teixeira, de Carlos Freitas e da Formiga Bargante. Lerei com atenção os seus argumentos.

Em conclusão: "A liberdade de expressão é de todos, mas esgota-se quando atinge o aviltamento gratuito e insano e a lucidez (?)." - citação de Sofia Freitas.

Ajuíze quem lê.
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De carlos freitas a 27.08.2007 às 15:07

Tem todo o direito a defender-se. Concordo. Agora como é que se defendem de um argumento lógico é que eu já não sei.

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