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Perigosas inanidades

por Sofia Loureiro dos Santos, em 31.01.07

Será que, se não tivesse havido a mediatização do caso Esmeralda, o Tribunal Constitucional demoraria 4, 5 ou 10 anos a pronunciar-se, em vez dos infindáveis DOIS ANOS que demorou?

Foi demasiada a coincidência. E se esta comoção social ajudou a acelerar o processo, por muito positivo que isso seja, é um sintoma terrível num estado democrático que se pretende de direito, as decisões andarem "a reboque” das emoções veiculadas e amplificadas.

Este Estado torna-se perigoso, inseguro e injusto para os seus cidadãos, que pretende servir.



O Ministro Manuel Pinho deveria ser proibido de falar. Tanta infelicidade até dá dó, principalmente do país! Vai acenar-se com a cenoura dos baixos salários para a China??? Pelos vistos o Ministro está a pensar reduzi-los um pouco mais, para ficarem mais baixos que os dos chineses!!!

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publicado às 22:09


5 comentários

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De impaciente a 01.02.2007 às 19:01

“Eu mesmo”… e baralhado das ideias!!!

Manuel Pinho confundido com IVG?

Não complique mais! Todo trocado já anda Sua Excelência!!!
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De eu mesmo a 01.02.2007 às 10:28

o argumento de que feto não tem sensibilidade, não sente, não faz sentido.
Um acto ser homicidio não se define pela sensibilidade da vitima.
Se assim fosse..,seria legal despachar a avó com 8 valiuns e capsula de cianeto.

Os filhos de Goebbels ateraram no outro mundo sem nada sentir.
Deram-lhes um calmante e depois capsula de cianeto.

As crianças adormeceram como anjos.

O que faz homicidio homicio não é a sensibilidade da vitima.
É o acto de tirar a vida a um ser da nossa espécia que de outra forma a viveria.

A prazo o aborto é o suicidio de uma comunidade.

Se numa comunidade um casal não tiver dois filhos no minimo a comunidade extingue-se e é substituida por outra em que as mulheres não abortam e têm 5 filhos.

As pessoas podem fazer leis mas não enganam as leis da evolução
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De eu mesmo a 01.02.2007 às 10:13

Justificar a legalização em virtude dos problemas de uma das partes - a mãe - não faz sentido.

Assim como não faz sentido uma mãe matar o filho porque não tem condições para o criar.

"Como não tenho condições pra criar filho atiro-o pla janela".

É isso que se afirma na pro legalização.

Tira-se a vida a um ser.

As chinesas atiravam os recem nascidos para poços.

Na asia vendem-se os filhos para prostituição.

Na Europa somos civilizados.

Antes que os filhos possam falar corta-se-lhes o pio.

Não hà condições para os criar....(afirma-se)
Na àsia poderão argumentar que também não têm condições para criar os filhos e como nem sequer podem abortar ....., só lhes resta alternativa de vender as crianças.

Afinal de contas não se pode impor aos pais paternidade não desejada.

(As pessoas têm direitos, cum carago)
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De lino a 01.02.2007 às 09:57

Ele não pode ser proibido de falar. Mas podia, e devia, ser proibido de ser ministro. Há muito tempo.
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De impaciente a 31.01.2007 às 22:57

Manuel Pinho é que deve falar!

Esse, pelo menos, não admite que este governo é socialista (vidé declarações!).
Talvez esteja certo, quando tem um discurso de “súcia”lista!

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