Domingo, 22 de Novembro de 2009
Escutem-me bem

 

 

PCP quer manter escutas para "processos futuros”

 

E que tal organizar uns dossiers sobre cada um dos intervenientes? Catalogar os indivíduos, as circunstâncias, as escutas, os amigos, os contactos. Angariar fundos para o projecto escutar, em que são necessários meios humanos e materiais, secretos e electrónicos, respectivamente, para poder sempre saber as perfídias que cada um planeia ou executou.

 

São as mais amplas liberdades de Abril.

 

(Também aqui)

 


Temas:

publicado por Sofia Loureiro dos Santos às 22:00
link do post | comentar |

7 comentários:
De jojoratazana a 23 de Novembro de 2009 às 23:29
AS VIRGENS OFENDIDAS HABITUADAS A DENEGRIR TUDO O QUE NÃO APOIA O SEU GRANDE LIDER.

VEEM AGORA CHORAR PORQUE UM DO SEUS, MALHADORES DE SERVIÇO VAI BATER COM OS COSTADOS EM TRIBUNAL, JÁ ERA TEMPO DE APRENDER QUE NA DEMOCRACIA NEM TUDO É PERMITIDO.

COMO POR EXEMPLO O HABITO DESTES SENHORES, EM DENEGRIR E OFENDER

TUDO O QUE DIGA RESPEITO A SINDICATOS, PROFESSORES, JUIZES, E PCP NA MAIS TOTAL IMPUNIDADE.


De Ernestina Sentieiro a 23 de Novembro de 2009 às 16:48
De acordo, Sofia.
Estou indignada com a desfaçatez com que esta gente apela ao atropelo dos fundamentos da democracia.
Imaginemos que quem estava em causa era o secretário-geral do PCP e outros defendiam algo semelhante ao que Jerónimo de Sousa preconiza agora. O que não haveria por aí de protestos contra o "anticomunismo primário"!
A PIDE, escutas, violação de correspondência fizeram carreira na ditadura finada há 35 anos, mas parece que alguns, que se intitulam democratas, afinal nem estão sinceramente em desacordo com essas ignomínias, quando esses meios lhes servem para procurar atingir os adversários.
O PCP já nem disfarça. Serve-se de sindicatos, da sua gente colocada no aparelho de Estado para a luta político-partidária. Princípios? Esses são flores para discursos.


De Ana Silva a 23 de Novembro de 2009 às 12:49
Mas afinal nas questões relacionadas com a aplicação das regras,normas e leis quem tem a responsabilidade são os orgãos judiciais.Como bem disse Cavaco existe o principio constitucional da separação de poderes.Se não estão de acordo com as leis que foram aprovadas só lhes resta apresentar na AR propostas de alteração,fiscalizar as acções do Governo tambem compete á AR,mas não lhes cabe fiscalizar as decisões do poder judicial.Palpites todos dão,mas não passam disso mesmo.Parece que para certos politicos o vale tudo começa a vir ao de cima.


De Afonso Porto a 23 de Novembro de 2009 às 00:02
Um dirigente partidária disse o que todo o cidadão comum pensa e há quem veja nisso uma heresia.
Parece haver quem referira a destruição de provas comprometedoras para que a corrupção continue impune.


De Zé dos Reis a 23 de Novembro de 2009 às 23:16
"Um dirigente partidária disse o que todo o cidadão comum pensa e há quem veja nisso uma heresia."
Todo??? todinho mesmo??? Ahhh, sim, claro. Quem não pensa assim não é do povo, não é cidadão, é corrupto, fascista, explorador capitalista. Já vi esse filme vezes de mais, ainda está em exibição na coreia do norte e em cuba, por exemplo. Há critícos que o adoram e recomendam, eu acho uma merda dum filme... opiniões.
"Parece haver quem referira a destruição de provas comprometedoras para que a corrupção continue impune."
As "provas do crime" foram declaradas sem relevancia, não comprometendo nada nem ninguem portanto, pelo Procurador Geral Da República. A destruição foi mandada executar pelo Presidente do Supremo.
São ambos, na sua opinião indivíduos sem moral, pactuantes com a corrupção?
Homem, se acredita nisso emigre, saia daqui para fora, o ar fica mais respirável sem a sua presença.



De Zé dos Reis a 22 de Novembro de 2009 às 23:32
Acto 1 - Um procurador diz a outro, num almoço, despachem lá esse processo depressa, e oh ceus, oh inclemencia, oh korror, pressoes inaceitáveis sobre a justiça, demitam o homem, rasguem-lhe as vestes, escrevam o seu nome na concha da ostra, marquem-lhe a carne com o símbolo do opróbio.
Acto 2 - Escutam o homem. Ilegalmente. O que se grava não tem relevância criminal. Desautorizam o Procurador Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Mas o quê? "formalismos legais", ora.
RDA, URRS, Salazarismo, tudo a mesma forma de ver a liberdade.


De Rui Figueiredo a 22 de Novembro de 2009 às 23:28
Grande comentário!!!!


comentar post

Mais sobre mim
Pesquisar este blog
 
online
Maria Sofia Magalhães


Editora: Livraria Republicana


http://www.derivaeditores.pt

Tyrone Layne

Mario Zampedroni

Amy Casey
Posts recentes

Actividades circenses

Um dia como os outros (31...

Concerto para violino em ...

Mãos

Mitridatismo*

Espérame en el cielo

Do desalento

Aula de Poesia

A brincadeira

Um dia como os outros (30...

Samba em prelúdio

(Ir)responsabilidades per...

Vozes

Cristalizo

As vaias

Um dia como os outros (29...

Do (meu) vazio cerebral

A indigência dos conteúdo...

Malabarismos

Feminismos

Temas

2010(1)

a regra do jogo(1)

ambiente(5)

árvores de inverno(1)

autárquicas(5)

bailado(4)

bloco central(1)

bpp(1)

cantiga escárnio(1)

ciência(18)

cimeira copenhaga(1)

cinema(15)

corrupção(2)

crime(2)

cultura(1)

democracia(10)

desafio(1)

devastação(1)

diário económico(25)

diversos(320)

economia(65)

editorial(8)

educação(77)

eleições(110)

emigração(6)

europa(52)

fotografia(2)

futebol(14)

governo(3)

holocausto(3)

igualdade(23)

incêndios(1)

informação(119)

ivg(35)

jogo(1)

justiça(57)

liberdade(114)

literatura(2)

livros(40)

madeira(2)

medicina(1)

música(203)

natalidade(1)

nobel(1)

o ciclo da pedra(5)

oms(1)

parlamento(1)

paz(1)

pintura(12)

poesia(326)

poesia outra(153)

política(748)

prémio nobel(1)

prémio pessoa(1)

presidenciais(28)

presidente república(4)

quotidiano(185)

regime(1)

religião(40)

saúde(138)

segurança(15)

sociedade(347)

solidariedade(2)

teatro(12)

tecnologias(1)

televisão(19)

terrorismo(28)

trabalho(32)

tribunal contas(1)

um dia como os outros(31)

todas as tags

Ligações
Arquivos
blogs SAPO
sitemeter
MyFreeCopyright.com Registered & Protected
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Subscrever feeds